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Amor: um sentimento para ser vivido e não entendido

Eduardo Yabusaki 01/01/2016 PSICOLOGIA
Estou amando ou me divertindo?

por Eduardo Yabusaki

Será que as pessoas têm se relacionado de forma superficial ou não chegam a entrar em contato com os verdadeiros e profundos sentimentos, que trazem sentido ao relacionamento, e assim, poder chamá-los de amor?

Cada vez mais temos nos deparado com pessoas confusas ou incertas quanto ao relacionamento que estão vivendo.

Homens e mulheres, da juventude à maturidade, se deparam com um grande questionamento: se o que estão vivendo é o que buscam. Assim, acabam confundindo suas ideias (pensamentos) sobre o que querem realmente viver.

Muitos entram na onda do ficar e do relacionamento sem compromisso que, por algum tempo, pode ser até interessante e prazeroso. Entretanto, com o passar do tempo, as pessoas percebem que ficar pulando de uma pessoa para outra não tem muito significado. Aí a coisa pega, a pessoa, passa a sentir que o par não é suficiente ou não preenche suas necessidades afetivas.

Relacionamento só tem mesmo sentido quando a pessoa representa algo importante em sua vida e gera bons sentimentos como: saudade, boas lembranças, desejo de estar perto, vontade de compartilhar a vida, ou dividir coisas prazerosas e difíceis no cotidiano.

Não é possível se estabelecer quando ou com quem isso irá acontecer. Afinal, isso depende de diversos fatores, desde questões que envolvem identificações e afinidades, bem como o afeto, a paixão e, mesmo ainda, anseios e ideais. Quando isso tudo ou parte dessas situações acontece, o desejo de estar junto vem à tona, Nessas condições, certamente podemos afirmar que o amor está sendo construído na relação.

Quando se tem a percepção de que o relacionamento não caminha para um crescimento, fica difícil pensar que irão permanecer juntos, afinal para que isso aconteça, além de ser do interesse de ambos, é preciso que tenham muito empenho, dedicação e entrega.

O amor é uma construção muito abstrata e pessoal, mas certamente com predomínio de sentimentos, emoções e afeto, portanto não tem como pensar muito sobre ele, mas sim sentir e vivê-lo dentro do coração.

Não fique elaborando seus sentimentos e emoções no pensamento, quando isso acontece, eles acabam se perdendo. Viva seus sentimentos sem preocupar-se, deixe-se levar (e flua!) pelos seus impulsos (intuição) na trajetória do seu relacionamento.

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Eduardo Yabusaki

Eduardo Yabusaki - Psicólogo e Sexólogo Especializado em Terapia Comportamental Cognitiva, Terapia de Casal e Terapia Sexual. Coordenador do Curso de Sexologia Clínica ministrado em diferentes cidades há mais de 15 anos. Docente convidado do Curso de Fromação em Sexologia Clínica de BH. Responsável pelo www.vidadecasalbh.com.br

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